|
|
|
A Quinta da Corujeira está associada à história da família Girão desde 18 de Outubro de 1598, data do casamento de Diogo Girão Ribeiro (ver página acima) com Maria Montanha Coutinho, herdeira dessa quinta (neta do capitão-mor de Vouzela, Rodrigo Afonso de Alvelos). Permaneceu na posse da família durante 300 anos, aparecendo referida em manuscritos do séc. XIX como "Solar dos Girões", o que se justifica pelo estatuto social obtido pelos proprietários da quinta durante os séculos XVII e XVIII. Vendida ao Barão de S. Geraldo no final do séc. XIX, e tendo passado por um largo período de abandono no último quartel do séc. XX, a quinta encontra-se felizmente hoje em fase de reconstrução. Quinta da Corujeira Na árvore seguinte podemos observar os principais ramos que tiveram origem na Quinta da Corujeira, e que são desenvolvidos nas páginas respectivas. Uma curiosidade: o juiz Diogo Girão Ribeiro (filho do anteriormente referido) teve dois filhos de duas mulheres diferentes, ambos legitimados em 1670 por Carta Real. Por coincidência, esses filhos foram homónimos, facto muito invulgar e que não facilitou esta investigação... O mais velho desses dois filhos foi o herdeiro do pai, e o mais novo fixou-se no Algarve, onde viviam outros familiares.
Legenda: b=nasceu, ca.=cerca de. Árvore desenhada com: "Family Tree Maker" version 9.0 © 2001 Genealogy.com. All rights reserved.
|